quinta-feira, 11 de maio de 2017

em viagem...


Mais uma viagem de carro pelas nacionais. A paisagem é linda nesta altura do ano, e desta vez para registar o percurso de forma diferente, optei por desenhar pequenos pormenores que marcaram o dia.
Todos eles me trouxeram memórias de infância: os telhados onde muitas vezes ia parar a bola de voleibol; os ninhos dos passarinhos instalados numa palmeira muito grande, e que volta e meia apareciam no chão; os carreiros de formigas que eu gostava de perseguir; os caracóis que apanhava das plantas para fazer corridas (o que a minha avó agradecia)... E no meio disto tudo ainda havia uma chaminé para desenhar! :)

sexta-feira, 5 de maio de 2017

incorpóreo.



O que me agradou nesta escultura, apesar de não o ter registado, é a sensação de que a figura se está a imaterializar.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

inacabado.

 
 
"Francisco Marques de Sousa Viterbo foi médico, poeta, jornalista e arqueólogo. Deixou cedo a profissão de médico, dedicando-se apaixonadamente à arqueologia onde se notabilizou com o inovador artigo “Archeologia Industrial Portuguesa: Os moinhos”, entre outras obras de referência. Como jornalista evidenciou um sentido de justiça social, acreditava na bondade do homem e na unidade do progresso, construído em harmonia social Defensor do regime republicano, tomou a sua defesa em alguns editoriais que escreveu.
O Jazigo foi construído por iniciativa da Associação dos Arquitetos Portugueses em homenagem a Sousa Viterbo. Da autoria de Francisco Santos, o conjunto compreende uma estátua feminina, coberta por um arco inacabado, tendo aos pés um ramo partido. 
A figura feminina, o Anjo da Morte, segura nas mãos uma efígie em bronze, máscara mortuária de Sousa Viterbo. Com os traços bem marcados, contrasta com a indefinição com que foram esculpidos os contornos do Anjo. A posição do rosto do Anjo, virado para o lado oposto da máscara, transparece tristeza, exprimindo claramente a ideia de dor, segurando a representação do rosto de Sousa Viterbo como quem reluta em aceitar a sua morte.
Para além desta simbólica, o ramo partido e o arco inacabado acentuam o carácter nitidamente fúnebre do conjunto. Símbolos usuais da Morte, representam a ideia da morte injusta, não aceite, não esperada, que vem interromper o desenrolar normal da vida. O arco inacabado sugere todas as possibilidades de realizações, não concretizadas, porque a morte traiçoeiramente as impediu.
 
Inscritas na pedra da base, do lado direito do monumento, as datas de nascimento e falecimento de Sousa Viterbo são diferenciadas pela primeira e última letras do alfabeto grego, o alfa e o ómega, indiciando o recurso à Antiguidade Clássica que já a máscara fúnebre apontara."
 
informação retirada do site da Cãmara Municipal de Lisboa.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

pormenores.


Para descansar um pouco a vista de tantos pedacinhos de vidro colorido, e como ainda tinha algum tempo até ao final do encontro, resolvi fazer uns desenhos mais leves..

terça-feira, 2 de maio de 2017

O Almada em vitral.


 
O último encontro de Campo de Ourique tinha como tema desenhar os vitrais do Almada Negreiros presentes na Igreja de Santo Condestável. A tarefa prometia ser dura, mas a beleza das imagens e a inspiração divina ajudaram a alcançar bons resultados. Foi mais uma manhã bem-disposta :)

segunda-feira, 1 de maio de 2017

sexta-feira, 28 de abril de 2017

quinta-feira, 27 de abril de 2017

quarta-feira, 26 de abril de 2017

segunda-feira, 24 de abril de 2017

sábado, 22 de abril de 2017

sexta-feira, 21 de abril de 2017

detalhes.


 
Já perdi a conta aos passeios a pé que fiz no último ano. Uns curtos, outros mais longos, alguns para os lugares de sempre e outros para sítios desconhecidos. Andar a pé permite-nos ver tudo com mais vagar, sem pressas, fazer paragens para respirar e/ ou desenhar.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

chaminés I

 
Desde o encontro em Campo de Ourique que o entusiasmo por desenhar chaminés aumentou.
E num dia de longo passeio por Lisboa juntei mais duas à colecção. :)
Uma delas em São Bento, depois de uma visita aos jardins da residência do primeiro-ministro.

terça-feira, 11 de abril de 2017

cactos.

Como este desenho já não mora no meu caderno, fiz um novo desenho dos meus cactos, desta vez numa versão mais colorida. :)

quarta-feira, 5 de abril de 2017

fauna urbana.


A caça à fauna urbana continua... desta vez apanhei-os no momento da refeição.

terça-feira, 21 de março de 2017

querido Seixal.


Enquanto dentro das novas Janelas 31 alguém tocava violino, cá fora desenhava-se...

Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição, Seixal.

quarta-feira, 15 de março de 2017

segunda-feira, 13 de março de 2017

desenhar com...


Procurar rostos e desenhar recorrendo a linha, mancha, cor, sobreposições e escala.
Fantástico exercício proposto pela Paula Cabral em mais um Vamos Desenhar com... :)

terça-feira, 7 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017

uma porta.


Em Campo de Ourique não faltam motivos para desenhar, e depois de uma manhã a perseguir chaminés, o primeiro desenho da tarde foi uma porta anormalmente alta (que no meu desenho não ficou tão alta quanto isso).

sexta-feira, 3 de março de 2017

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

duelos de domingo.


 
Estas foram as vítimas da sessão de duelos deste domingo... Desculpem qualquer coisinha :)

sábado, 4 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Chafariz.

 

"Arquitectura infraestrutural, pombalina. Chafariz urbano, adossado a edifício posterior, fronteiro a palácio, construído no âmbito de fornecimento de água a Lisboa, a partir das Águas Livres (...)"

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

bróculos.


Estavam prontos para ir para a panela, mas primeiro um desenho. :)